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A influenza ou
gripe é uma situação de doença que , apesar de
ter seu nome facilmente reconhecido pelo público
leigo, encerra geralmente aspectos obscuros para
este mesmo público. De fato, uma das primeira
causas de equívocos é a confusão freqüente que
se faz entre a ocorrência de resfriados comuns,
ou de alergias e irritabilidade de vias
respiratórias, com a gripe em si. O que poucos
sabem é que a gripe na realidade é uma condição
patológica que difere daqueles casos mais
simples e constitui-se em causa importante de
morbidade e mesmo de mortalidade entre certos
grupos populacionais de alto risco tais como
aqueles formados por pessoas idosas acima de 65
anos, ou por indivíduos com doenças crônicas (cardiopatas,
diabéticos, neuropatas). Em épocas passadas
ocorreram epidemias de gripe particularmente
trágicas, haja visto a gripe espanhola, causando
milhões de mortes ao final da Primeira Guerra
Mundial. Em países adiantados, como os EUA, a
gripe é considerada um problema de saúde pública
visto que sua incidência anual chega a atingir
10 a 20% de todos os segmentos da população,
impondo complicações sérias incluindo
mortalidade em cerca de 20.000 a 40.000
habitantes a cada ano com especial efeito
deletério para os já citados grupos de riscos.
As pandemias de gripe que se verificam com
especial intensidade no inverno norte-americano
produzem um custo econômico anual de cerca de
US$ 12 milhões , contabilizando-se todos os
procedimentos de ordem médica envolvidos, além
de índices elevadíssimos de absenteísmo ao
trabalho.
A vacinação
anti-gripal, conhecida desde a década de 60, tem
sido desenvolvida e empregada como a melhor
alternativa para a reversão do quadro
supra-citado. Produzida a partir de vírus
inativados e recomendada para a administração
anual durante os meses de outono, a vacina
mostra índices de proteção na faixa de 50% a 70%
segundo demonstrado por campanhas dirigidas
especialmente a idosos em vários países
desenvolvidos, onde a diminuição de
complicações, notadamente as de ordem
respiratória, tem evitado em mais de 35% as
internações hospitalares, e reduzido a procura
por serviço médico. Considerados os grupos de
risco, as últimas campanhas de vacinação
anti-gripal nos EUA trouxeram benefícios
estimados em cerca de US$ 117,00 por pessoas
vacinada com um total poupado de algo próximo a
US$ 5 milhões ao ano.
O NEW ENGLAND
JOURNAL of MEDICINE,
publicação científica mais prestigiosa dos EUA,
mostrou em sua edição de 5/10/95 um estudo feito
em 849 trabalhadores saudáveis vacinados contra
gripe entre 1994-95 que, confrontados
com grupos não imunizados,
tiveram 25% menos episódios de afecções
respiratórios, 44% menos consultas médicas
durante os meses de inverno e principalmente 43%
menos faltas ao trabalho, o que
representou economia
estimada em US$ 46,85 por trabalhador vacinado.
Valendo-se das
informações expostas, e ciente de seu
compromisso com a comunidade, a
VACINARTE - CLÍNICA DE
VACINAÇÃO vem propor um trabalho conjunto
visando os benefícios inegáveis da imunização
anti-gripal dirigida às empresas
durante este período próximo ao inverno,
estimando obter os mesmo resultados incontestes
dos estudos norte-americano e promovendo o
aumento da produtividade através da melhoria das
condições de saúde de sua força de trabalho.
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