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O
relacionamento do profissional da saúde e
paciente à distância é válido? Por quê?
Você já pensou sobre as possíveis conseqüências
deste relacionamento?
Telemedicina
TELEMEDICINA é a
união das tecnologias de informação e
comunicações para prestar assistência médica a
pacientes em pontos distantes e funciona através
de transferência de informações médicas por meio
de redes de telecomunicações, a recepção e o
tratamento dessas informações a longas
distâncias, geralmente em centrais
especializadas. A
história da Telemedicina é mais antiga do que se
pode imaginar... aconteceu em 1916, durante a
primeira guerra mundial, utilizando o rádio para
conectar médicos em estações costeiras ou frente
de batalhas, com hospitais de retaguarda ou
navios em busca de apoio e informações
logísticas.
Relação
médico-terapêuta e paciente no contato virtual
A importância da
relação médico x paciente para o diagnóstico
e/ou tratamento passa pelos moldes tradicionais
(contato humano entre paciente e o médico) que
extrapola as técnicas de modelos para
diagnóstico e tratamentos. A necessidade de um
contato humano e a sensibilidade individual de
cada profissional da saúde para realizar esta
abordagem é o segredo do atendimento.
Tendo em vista a precariedade da saúde no
Brasil, o uso da Telemedicina na abordagem
terapêutica pode ser vista de uma forma útil,
pois levar uma tele-assistência às pessoas mais
necessitadas possibilita o atendimento destes
indivíduos, mesmo que a relação seja distante.
Os aspectos éticos e os possíveis erros médicos
causados pelo atendimento à distância
Como é que estão
os erros médicos no Brasil? Vai dar lucro para
os seguradores? A
tele-assistência pode provocar uma gama de erros
médicos devido a informalidade do profissional
da saúde e o paciente dificultando a veracidade
dos dados relativos ao paciente, podendo gerar
diagnósticos e tratamentos falhos acarretando
comprometimentos jurídicos ao profissional.
O acesso ao
prontuário do paciente mediado por computador
pode ter um grande risco de ser violado e
acessado por um outro indivíduo com intuito de
dolo que não seja seu profissional de saúde de
confiança ou pelo próprio paciente.
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